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Sem computador
Isso é para aqueles que não viram o meu recadinho no orkut:
Para aqueles que estão estranhando o meu silêncio, estou sem computador. Ele começou a ficar estranho no meio da semana retrasada, ligando quando bem entendia até que segunda-feira não ligou mais. Já foi para o técnico e acho que semana que vem já está tudo normal.
Eu também quero deixar registrado aqui que eu odeio ter que pedir o computador do meu pai emprestado, então só volto mesmo quando o meu estiver bom de novo.
Escrito (Im)pacientemente às 06h15
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Mais sobre Veronica Mars
Consegui terminar de assistir toda a temporada no domingo (foi uma correria insana, mas consegui). Meus parabéns vão para o Rob Thomas por ter conseguido realizar uma excelente temporada, tão bem-amarrada como eu não via há muito tempo e com episódios que funcionam tanto como stand-alones (sozinhos) como fio condutor do plot da temporada. Mal posso esperar pela próxima, que começa a ser exibida em setembro, na UPN. Enquanto a nova temporada não chega, vou me entretendo lendo minha fanfic favorita atual: So Much For My Happy Ending e torcendo para a Kristen Bell não se transformar numa bitca, como aconteceu com a Sarah Michelle Gellar. Se não for pedir demais, é claro.
No Brasil, a primeira temporada de Veronica Mars está sendo exibida pelo canal a cabo TNT com episódios duplos às terças-feiras (no horário ingrato das 17:00 hs) e aos sábados (12:00 hs).
Escrito (Im)pacientemente às 00h08
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BATUTA MUSICAL
1. Volume total de músicas em meu computador? Como eu passei recentemente para CDs, só tenho 428 MB atualmente.
2. O último CD que que comprei foi: Faz tanto tempo... deixa eu ver:acho que foi o Greatest (Duran Duran).
3. Música tocando no momento? Sixpence None The Richer - Don't dream, it´s over.
4. Cinco músicas que eu ouço bastante ou que significam muito pra mim: Renato Russo - La Solitudine (a melhor versão da música que eu encontrei, sempre me dá vontade de chorar, não sei por quê) Beatles - Eight Days A Week (muito linda, o tema do meu namoro com um certo alguém, muito tempo atrás) Hilary Duff - Someone's Watching Over Me (ouvi bastante quando a minha mãe morreu) Coldplay - Yellow (outra que me faz chorar) Offspring - Head Around You (porque ilustra todos os rolos envolvendo a minha finada amizade com uma pessoa de quem eu gostava muito, mas que me tratou muito mal e injustamente - no passado recente)
5. Cinco pessoas pra quem eu passo a Batuta Músical: Acho que todo mundo já deve ter respondido esse questionário, mas se quiser responder mesmo assim, seja meu convidado... Recebi do Du Bonine
Escrito (Im)pacientemente às 23h40
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Veronica Mars
É meio como se Twin Peaks tivesse se juntado com Nancy Drew e juntos produzissem um filhote, sabe? Os vitrais do escritório de detetive particular do pai dela lembram a igreja de Anjos da Lei...
Escrito (Im)pacientemente às 03h44
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Idiota do mês

E o prêmio de idiota do mês vai para
...
tcham-tcham-tchararam
...
o pintor Romero Britto (o imbecil da fotinho ao lado =>), por classificar
a obra de Caravaggio como lixo. Quer mandar beijo para alguém, Romero?
Escrito (Im)pacientemente às 23h46
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My name is not Michael Vaughn (part II)

Ainda no espírito de: “como-eu-tenho-várias-coisas-para-fazer-por-que-não-perder-tempo-aqui-inventando-inutilidades?”, estive pensando no que Vaughn teria dito em seguida, se não acontecesse o acidente.
Estas foram as melhores respostas que me ocorreram:
My name is not Michael Vaughn...
10... I’m Spartacus. (Sydney: No, I’m Spartacus!).
09... My name is Inigo Montoya. You killed my father. Prepare to die.
08... My name is Neo.
07.... (cantando) My name is Luka, I live on the second floor. I live upstairs from you. Yes I think you've seen me before.
06... My name is Batman.
05... My name is Grace and I’m an alcoholic.
04... My name is Talula and I’ll be your waitress for this evening.
03... (cantando) My name is.. {scratches} Slim Shady.
02... My name is Bond. James Bond.
01... My name is Legion, for we are many.
Escrito (Im)pacientemente às 06h28
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SNL: the Best of Jimmy Fellon
Você tem várias coisas para fazer, incluindo terminar uma história que está há meses no seu computador. Então, o que você faz?
Exatamente, pára tudo pra assistir The Best of Jimmy Fellon que acabou de baixar e aproveita pra tirar várias fotos e colocar no blog...
Aqui estão as minhas favoritas:
    
    
    
    
    
Tem essa também, que não faz parte do programa, mas é também extremamente engraçado: com o Jimmy como um dos gêmeos Weasley e Lindsey Lohan como uma Hermione peituda:

PS: Espero que esteja óbvio que eu troquei o template daqui do blog e da parte de links.
Escrito (Im)pacientemente às 02h58
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Eu esqueci de dizer que fiz o upload dos capítulos restantes da primeira parte da história romance e mistério em Copacabana. Sempre me incomodou o fato de ter deixado sem terminar então, finalmente, aí está:

Escrito (Im)pacientemente às 23h48
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Bo Bice

Pelo menos para mim, não importou muito se a Carrie ganhou o American Idol, porque todo mundo e mais seus cães sabem que o Bo é, por uma longa distância, o melhor cantor da temporada. Ele se sobressaiu até mesmo na fase das seleções, quando ele veio como Harold e todo aquele cabelão e aquela barba estranha que ele tem (que, infelizmente, acaba desviando a atenção de seu rosto angelical).
Eu também acho que logo ninguém mais vai se lembrar da Carrie mas, se o Bo for realmente cuidadoso com sua carreira, vai se tornar um ídolo de verdade. Não tenho dúvidas a respeito.
Minha única dúvida é a seguinte: o Bo Bice faz ou não faz chapinha?
Escrito (Im)pacientemente às 19h12
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My name is not Michael Vaughn
E eu: como é que é? Daí veio o carro e bam! WTF?!
Acabei de ver o último episódio da temporada de Alias e o meu coração ainda está batendo forte. Fenomenal. Muito, muito bom! Uma pena que não mostraram muito os zumbis da versão russa de Resident Evil (gotta love zombies), mas eu gostei muito mesmo, diferente da totalmente decepcionante season finale de LOST.
Mal posso esperar pela quinta temporada e espero que a Irina volte novamente. Ela e o Jack formam um lindo par (eu odeio dividir o meu Jack, mas com ela tudo bem). Três meses... três meses... gah!!!
Escrito (Im)pacientemente às 01h15
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Entro no Orkut e me deparo com isso:
Sorte de hoje: Você nunca mais precisará se preocupar em ter uma renda estável.
Eh! E olha que eu nem joguei na megasena ontem (mas quem sabe meu pai jogou? Melhor perguntar pra ele...).
É claro que também pode significar que eu vou morrer logo ou algo assim, mas prefiro ser otimista e não pensar nisso.
Escrito (Im)pacientemente às 15h57
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Dois meses sem fumar. Yay!

Top 10 coisas boas sobre parar de fumar:
10 As pessoas não me olharem mais esquisito na rua.
9 Meu quarto não cheirar mais a cinzeiro.
8 Eu não cheirar mais a cinzeiro.
7 Adeus dentes amarelados.
6 Acordar respirando direito.
5 Adeus bafo de cigarro.
4 Não ter mais aquele medo terrível de que o cigarro acabe às 2:00 da madrugada.
3 Dar uma corridinha sem sentir que o pulmão vai estourar.
2 Poder dizer àquele não-fumante chato que ele está exagerando no sal e que isso faz mal também.
1 Não gastar mais R$ 156,00 por mês na construção de futuros câncer de pulmão e enfisema.
[sermão] Prometo não ficar enchendo o saco aqui no blog ou ficar colocando fotos de carcinomas (porque elas são nojentas) mas, de verdade, quem ainda fuma deveria pensar seriamente em parar. [/sermão]
Escrito (Im)pacientemente às 22h59
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Não tem post novo hoje aqui, mas tem um update da minha família legado aqui. Sétima geração, aqui vamos nós!
Escrito (Im)pacientemente às 01h47
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A paz e a espada
Fevereiro de 1863. O frio inverno parisiense gelava os ânimos de quantos se aventuravam pela via pública na noite enluarada. Altas horas e o sr. Allan Kardec organizava algumas mensagens e considerações em torno de nova obra que pretendia editar, aquela mesma que um ano à frente viria a lume como a “Imitação do Evangelho Segundo o Espiritismo” – primeira versão de O Evangelho Segundo o Espiritismo que hoje estudamos. O venerável professor Rivail remexia algumas correspondências cheias de ataques e sarcasmos em torno do Espiritismo. Ele estava profundamente entristecido, desalentado... Como enfrentar semelhante situação? – questionava no íntimo. Havia publicado as duas obras pilares da Doutrina Espírita com espírito de dedicação e sacrifício – O Livro dos Espíritos, de 1857; e O Livro dos Médiuns, de 1861. Desde então uma chuva de impropérios e achaques atingiu-lhe a estrada. Tentava manter a serenidade e, no silêncio da prece, rogava ao Divino Mestre forças para tudo suportar com paciência e compreensão... A Sociedade Espírita de Paris e a Revista Espírita já eram uma realidade atuante absorvendo-lhe todos os esforços, inclusive pecuniários, para sustentar as tarefas iniciantes. Ali, na sede das sociedades, no primeiro andar do número 59 de Rue e Passage Sainte-Anne, Kardec se deteve na análise de duas correspondências. A primeira, mais sarcástica, continha relatos de um sacerdote católico-romano ridicularizando a mediunidade e a reencarnação. Argumentava o prelado com desprezo, narrando episódio ridículo em que um suposto médium, ao receber uma mensagem espiritual para uma viúva aflita, revelava-lhe que seu marido reencarnara num jumentinho de fazenda vizinha. E, depois disso, a pobre senhora, após adquirir o referido muar, deu-lhe guarida dentro da própria casa. E, após o ridículo desse absurdo caso, o sacerdote esmerava-se em impropérios. Kardec sentia o peito opresso diante de tanta ignorância, uma vez que em Doutrina Espírita não se admite a possibilidade de retrocesso evolutivo preconizado pela metempsicose. Na segunda missiva, outro absurdo. Desta vez era a carta de um pretenso adepto do Espiritismo pedindo esclarecimentos a Kardec quanto a suposto episódio relatado por um amigo que teria presenciado uma reunião mediúnica na própria casa do professor Rivail. Segundo o missivista, as 30 pessoas presentes à dita reunião teriam levado uma surra de bengaladas aplicada pelos próprios espíritos comunicantes. Kardec enxugou discretas lágrimas meneando negativamente a cabeça, diante de novas calúnias, desta vez surgidas no próprio meio espírita. Guardando os mencionados papéis cuidadosamente, Allan Kardec resolveu encerrar o expediente e dirigir-se ao descanso de sua residência na Ville de Ségur. O venerável professor tomou a condução e antes que se aproximasse a sua residência, solicitou ao cocheiro o deixasse no Boulevard des Invalides. Desejava espairecer um pouco, desanuviando os sentimentos de desânimo que o assaltavam. Caminhou por alguns instantes no Boulevard deserto tomando a direção de sua casa, enquanto no pensamento questionava de si para consigo mesmo se valeria a pena prosseguir com o projeto de O Evangelho Segundo o Espiritismo. Alguns instantes se passaram até que Kardec passou a ouvir grande gritaria nas escadarias do átrio da Igreja de São Francisco Xavier, ainda em construção. Sem que pudesse fazer qualquer coisa, viu uma anciã indefesa sendo assaltada por dois jovens malfeitores. Assistiu à distância a intervenção do sacerdote da Igreja, que gritou em altos brados para que os três se afastassem. Debalde a velhinha ferida procurou socorro no interior do templo religioso, cujas portas foram estrepitosamente cerradas na sua cara pelo irritado sacerdote. Os dois malfeitores fugiram na confusão, deixando a senhora estirada ao chão frio. Allan Kardec apressou o passo a fim de socorrer a infeliz. Levantou-a. Ofereceu-lhe um braço amigo e convidou-a a seguir com ele até sua residência. No caminho, a velhinha maltrapilha revelou a Kardec que os dois delinqüentes eram seus próprios filhos enveredados no crime na grande capital. Eram provenientes da Ville de Lisieaux, e desde a morte do marido tiveram a propriedade rural confiscada por credores, restando-lhes apenas viver da misericórdia alheia. Os dois filhos estavam então a subtrair-lhe o resultado das esmolas do dia com fins inconfessáveis. Mais alguns quarteirões à frente atingiram a Rue de Ségur e finalmente a Ville de Ségur, residência do professor Rivail e de sua bondosa Amelie Boudet. A senhora Rivail recebeu a convidada com respeito e consideração. Pensaram-lhe as escoriações e feridas, vestiram-na adequadamente e ofereceram-lhe digna refeição. A noite ia alta e antes que o sono os absorvesse, a família Rivail convidou a inesperada visitante para as orações noturnas. Kardec, então, orou em voz alta de alma e coração. Para sua surpresa, contudo, a visitante, de nome Jeanne, foi tomada de profundo torpor. Empertigou-se. Tomou um ar de gravidade e, em pleno transe mediúnico, passou a falar em outro timbre de voz dirigindo-se a Allan Kardec. “Meu irmão, hoje foste a personificação da figura do bom samaritano para com esta pobre sofredora. Cumpriste o teu dever de amor e de caridade e por isso mesmo nós te conclamamos a esquecer e perdoar, perseverar e prosseguir no caminho que Deus te concedeu. Não desanimes com as ofensas e os ataques de quem quer que seja. A obra que estás a escrever será de vital importância para o futuro desta humanidade ignorante e incrédula. Persista no propósito de organizá-la para que a luz do Evangelho do Senhor Jesus Cristo retorne triunfante ao entendimento de seus tutelados na face da Terra. Estaremos sempre contigo nas tarefas de esclarecer e consolar.” Kardec chorava profusamente. Aquelas palavras lhe consolavam sobremaneira as aflições dos últimos tempos, afastando todo sentimento de desânimo e tristeza que até então abrigara no próprio peito. Enxugando as lágrimas, Kardec agradeceu as palavras do Benfeitor, indagando-lhe o nome. A entidade comunicante então lhe falou: “Somos o patrono da Igreja onde socorreste esta pobre infeliz. Na Terra somos conhecidos por São Francisco Xavier.” As preces da noite foram encerradas sob forte comoção. No dia seguinte, logo cedo, de alma renovada, Kardec dirigiu-se novamente às suas atividades diárias na Revista Espírita e, respondendo os missivistas de véspera, escreveu: (*) “O Espiritismo tem a sorte de todas as verdades novas que levantam as paixões das pessoas cujas idéias e interesses elas podem ferir. Tanto é dever de todo bom espírita esclarecer aos que o procuram de boa-fé, quanto é inútil entrar em discussão com os antagonistas de má-fé ou idéias preconcebidas. Toda discussão é supérflua com aquele que não leu. Digo, pois, a todos os Espíritas, continuai a semear e a divulgar a idéia. Espalhai-a pela doçura e pela persuasão das boas obras.”
Irmão Silvino
(*) Nota do autor espiritual: Vide anotação do sr. Allan Kardec na edição de maio de 1863 da Revista Espírita. Estudo da noite : E.S.E. capítulo XXIII, itens 9 a 17. Mensagem psicografada em reunião pública no Centro Espírita Luz, Amor e Caridade, na noite de 25 de outubro de 2004, por Geraldo Lemos Neto.
Fonte: Folha Espírita Online
Escrito (Im)pacientemente às 21h11
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Seria tão mais fácil se ela soubesse escolher melhor os namorados...
Enfim, faltam algumas horas para assistir ao episódio final. Quem assistiu ontem, não me conte!
Escrito (Im)pacientemente às 00h43
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